Após os quase 58000 votos e a quase eleição de um deputado, após a tentativa de silenciamento durante a campanha eleitoral, multiplicam-se agora em vários órgãos de comunicação social ataques, desconsiderações e tentativas de ridicularizar o PAN, com excepção da referência positiva de Marcelo Rebelo de Sousa ontem na TVI. Ontem mesmo, o cronista José Diogo Quintela, na revista do "Público", tenta achincalhar as seguintes passagens do nosso programa político: "Promover o abandono da industrialização de carne de animais (...) incentivando a promoção do vegetarianismo como dieta mais saudável, mais ética e menos poluente"; "no que respeita às históricas tomadas de consciência moral e ética da humanidade, a recusa do esclavagismo, do racismo e do sexismo deve completar-se com a da discriminação baseada na espécie".
É natural que, presas de hábitos milenares e incapazes de compreender o novo paradigma que o PAN representa, muitas pessoas se sintam incomodadas por colocarmos o dedo na ferida desta civilização cega e desumana e reajam condicionadas pelo medo de tudo o que é novo. É um bom sinal. Sinal de que estamos no bom caminho. Vamos em frente, pelo bem de tudo e de todos, incluindo daqueles que nos atacam, caluniam e ridicularizam.
PAN - UM NOVO PARADIGMA
Vivemos o fim de ciclo de um paradigma civilizacional esgotado, o paradigma antropocêntrico, cuja exacerbação nos últimos séculos aumentou a devastação do planeta, a perda da biodiversidade e o sofrimento de homens e animais. Impõe-se um novo paradigma, uma nova visão/vivência da realidade, ideias, valores e símbolos que sejam a matriz de uma nova cultura e de uma metamorfose mental que se expresse em todas as esferas da actividade humana, religiosa, ética, científica, filosófica, artística, pedagógica, social, económica e política. Esse paradigma, intemporal e novíssimo, a descobrir e recriar, passa pela experiência da realidade como uma totalidade orgânica e complexa, onde todos os seres e ecossistemas são interdependentes, não podendo pensar-se o bem de uns em detrimento de outros e da harmonia global. Nesta visão holística da Vida, o ser humano não perde a sua especificidade, mas, em vez de se assumir como o dono do mundo, torna-se responsável pelo equilíbrio ecológico do planeta e pelo direito de todos os seres vivos à vida e ao bem-estar.
Herdando a palavra grega para designar o "Todo", bem como o nome do deus da natureza e dos animais, o PAN - Partido pelos Animais e pela Natureza - incarna esse paradigma na sociedade e na política portuguesas.
O objectivo deste blogue é divulgar e fomentar o debate em torno de contributos diversos, contemporâneos e de todos os tempos, para a formulação deste novo paradigma, nas letras, nas artes e nas ciências.
Herdando a palavra grega para designar o "Todo", bem como o nome do deus da natureza e dos animais, o PAN - Partido pelos Animais e pela Natureza - incarna esse paradigma na sociedade e na política portuguesas.
O objectivo deste blogue é divulgar e fomentar o debate em torno de contributos diversos, contemporâneos e de todos os tempos, para a formulação deste novo paradigma, nas letras, nas artes e nas ciências.
Mostrar mensagens com a etiqueta comunicação social. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta comunicação social. Mostrar todas as mensagens
segunda-feira, 13 de junho de 2011
O PAN começa a incomodar muita gente
Subscrever:
Mensagens (Atom)